janeiro 25, 2007

o mar é nosso


Num lugar ao Sul, banhado por luz e favorecido pelo amparo do oceano, começou a epopeia marítima de um pioneiro, que não ficou para a história. Tudo começou por alturas da boda de Zé Besugo, intrépido protagonista de uma estória por contar, e Justina, rapariga, formosa, a quem o destino burlou. (esta fabula deve ser contada, como exercício de catarse, sempre que se aplique)

Zé fardou-se, cuidadosamente, com a melhor farpela que possuía, pois era dia do seu casamento, tinha de se apresentar à prometida bem arreado. A fatiota estava um pouco gasta e andrajosa, digasse de passagem, era a sua única albarda domingueira, mas o importante era que dava para o gasto; a sua fraca e escanzelada figura, desfavorecia, definitivamente o traje, mas ele envergava-o com tal brio, que o conjunto dava-lhe ares de anafado; afinal, a farpela, disfarçava o cheiro a peixe, que já lhe estava entranhado no couro... Zé, embora mirrado (sabe-se lá pelo quê), era saudável e trabalhador, tinha alento na sua árdua tarefa de homem do mar; nas redondezas era considerado um bom partido.

Para Besugo, o mar, para além de ganha pão, foi sempre o absoluto companheiro, sua referencia, tinham ambos um temperamento instável, ás vezes calmo e outras turbulento, sem pedir licença a nada para trocar de humores, capaz de tragar tudo a seu belo prazer, ou ser infinitamente sereno e inspirador. Não tinham segredos um para o outro. Antes de ir enfrentar o destino, há muito arquitectado pelos seus progenitores, montou-se no seu bote mar dentro, como um brioso cavaleiro em cima de um corcel alado deslizando numa orbe de incertezas, confessou o que lhe ia na alma; pediu desculpa por ter de acasalar, pois para além de estar farto de bate-las, ali no meio do nada (razão pela qual lhe o peixe lhe agoniava), era uma relação debalde e estéril e uma fêmea é uma fêmea; por último, o casório tinha sido arranjado pelo pai, tendo este, no leito de morte, balbuciando “rapaz!... Não desonres a minha palavra...”, e deu o peido-mestre.

A futura concubina é que não estava pelos ajustes.

A prometida, original, sua irmã Julieta é que deveria de casar com o menino Besugo, mas dotada de um temperamento irascível e perverso, á primeira oportunidade fugiu, juntou-se aos saltimbancos; agora avia trambolhos por sua autodeterminação.
Justina, a segunda escolha, teve de se aguentar à bronca, e como era submissa, qualidade aparente e única, e em si admirável, que não era nativa do seu carácter, mas da criação que levara, pois fora educada, pelos pais, na melhor tradição do tipo: se não fazes o que eu digo, levas uma carga de porrada; estava domesticada. E promessa feita tem que ser cumprida!

Justina, tinha sentido o chamamento da mãe natureza, andava de olho num campónio que tinha uma porrada de vacas. Nos bailes lá do lugarejo, quando o via, como um farol, ficava com as faces rosadas e ofegante, como uma sirene de nevoeiro, mas nada que não se resolvesse com um abençoado arrepio na espinha, provocado pela prontamente servida, terapia de pau de marmeleiro; restavam-lhe, somente, os sonhos molhados.
Foi neste clima que Zé Besugo chegou à Serra.

Para lá ir e trazer de volta a mulher e o dote, no maior bem-estar possível, pediu emprestado um jumento a Manel Sabido, a má hora o fez, pois o Manel era o homólogo do velho do Restelo, teve de levar com ele por duas horas de uma perfeita angústia, capaz de levar ao suicídio um mouco, quase o fazia desistir de tudo. Mas o Zé, já a deitar fumo pelas orelhas disse-lhe “ Se não me emprestas a merda do burro nunca mais te dou peixe! ”; o caso ficou resolvido.

À chegada, nosso Besugo teve uma agradável surpresa, a sua noiva tinha um amojo porreiro e decidiu que assim que as formalidades estivessem cumpridas, incluindo o banquete, zarpava rumo a casa; pois queria lambuzar-se na fruta com a maior urgência.
A cerimónia não teve história, correu solenemente entre os amuos, por parte de Justina e a abertura de uma pipa de vinho palhete, que desfez todas as mágoas e trouxe alegria à festa; não há nada como o sangue do senhor para nivelar e amansar as criaturas (bom exceptuando quando ele, o vinho, é garreão).

Vieram os dois monte a baixo, o que fazia lembrar José e Maria, por altura da fuga para o Egipto, não fosse estar escuro como o breu, teria sido uma cena linda de relatar (para efeitos cinematográficos, neste caso, o menino foi substituindo pela alcofa, que levava o dote e outras bugigangas pessoais, ao cole de Justina ).

Já em casa, a Copula carnalis não foi consumada, pois Justina disse: não!... e não... , sem nenhuma justificação. Ela, aqui em casa do Zé, seu marido, estava num lugar estranho; o fedor a pexum era desmotivante; não gostava daquele homem magro e desengraçado, e para mais, estava cansada tinha feito a viajem mais longa de sua vida.
(É sabido, que a encosta da serra molda os seus habitantes com carácter forte e determinado, principalmente quando os maridos não sabem das técnicas mais aconselhadas, e há muito comprovadas, para vergar raparigas desobedientes; pois com a pressa de se vir embora o sogro não teve tempo de lhe dar uns conselhos.)

O nosso herói, toda a noite bufou, tinha-se metido numa enrascada. E, de mar manso que era nessa tarde estava-se a levantar uma tormenta, decidiu que assim que houvesse luz do dia, resolvia o problema; bem dito, bem feito. Assim, quando o dia clareou tirou Justina da cama, à força, e arrastou-a para a praia, que ficava logo ali.
Mostrou-lhe o mar e disse-lhe o que ele sempre soubera “ Isto é tudo meu! ”, como quem diz grande puta já viste o que vais perder.

A, simples Justina ainda com os olhos tremelgados e encadeada pela luz da alvorada, pensou que estava a sonhar, nem nos seus devaneios mais contemplativos desconfiou de tal cenário ou lhe foi facilitada tal fantasia, era simplesmente admirável, era água a perder de vista; e com a parceria da luz do sol as tonalidades extraordinárias daquela madrugada ficaram-lhe para sempre gravadas ma alma. O seu querido esposo era o homem mais rico da terra.
Besugo, agora, era o homem mais rico do mar.

Deitaram-se a descobertas lascivas, e deitavam-se todas as vezes que o podiam fazer e noutras que não o deviam, de todas a maneiras possíveis e imagináveis; deram umas fodas do caraças, benza-te Deus...
Resultado, como era de esperar, nasceram moços com a facilidade só descritível ou demonstrável, pelo soltar da rolha de uma garrafa de champanhe, “ phooc... já está!”.

Teve a prova que até ali, o destino o tinha favorecido, quando pela feira franca veio uma trupe de saltimbancos, a reboque traziam uma dúzia de animadoras sociais, e entre elas Julieta. Foi lá molhar o bico, mas só para tirar dúvidas (garanto que estas atitudes só são justificadas porque os homens têm um espírito inquisitivo, por princípio). A visita de estudo foi só para recolha de dados qualitativos, pois os quantitativos só aos azeiteiros interessam; e realmente até não estava mal servido.

Mas, tudo isto foi sol de pouca dura, com o passar dos anos, Justina, como não podia deixar de ser, foi acometida de dores de cabeça intratáveis com a pontualidade dum Grã-Bretão, o que era bastante suspeito, mas como já tinha ouvido falar desta condição clinica no ambulatório da tasca do Manel Sabido, considerou este padecimento como uma contrariedade.

Com o passar do tempo, Justina Besugo foi ficando cada vez mais amarga, tudo lhe trazia aborrecimento, desatinava por tudo e por nada, e o bom do Zé é que pagava as favas; a vida deste miserável estava a ficar de veras miserável. Não havia nada que o coitado fizesse, que fosse aprovado pela intratável da sua consorte, tudo merecia a sua condenação e castigo, fornecido em alarido desabrido e áspero.
Mas ela era simplesmente infeliz.

Naquele dia, não foi ao mar porque estava tempo de sueste, e ir para casa estava fora de questão, lá o ciclone era ainda mais revolto; aquela mulher arisca estava a dar cabo da cabeça do mareante, que já estava a ficara almareado com tanta borrasca. Foi para tasca do Sabido, e entre um copo de branco e outro de tinto, aparecer-lhe na cachimónia o esboço de uma grande decisão. Ao fim de mais meia dúzia de copos já estava o plano traçado, e disse ao taberneiro “ vou mas é para o mar que lá é que eu estou bem”, acabada a frase, “ala – paquete”, foi direito ao bote com o Manel em seu encalço, na tentativa de impedi-lo de fazer uma loucura.

“ Oh homem não faças isso que o mar está bravo, isso não te vai levar a nada.”
Agarrando-se aos tomates, Zé Besugo disse, gritando, no meio das ondas “ toma lá cabrão “.
E desapareceu de vista.

Justina levou a sua grei a visitar aquele colossal sepulcro, que lhe levar o companheiro, e em silencio contemplaram o incomensurável encanto de um dia de sol.
Vestiu-se de negro por um breve compasso.

Levado para além do horizonte, passou uma série de dias no mar sem saber por onde andava. A ironia é, que a sua sobrevivência deveu-se às sopas de couve e às comidas que foram importadas com a chegada de Justina à sua vida; pois, por esta altura de sua existência já não era o esmifrado cadavérico d’outrora, tinha até um ar agradável.

O destino e a brisa de Oeste transportaram-no para o além, por mares nunca antes sulcados e aportou numa terra do outro lado do mar.

Fez a primeira travessia marítima não oficial da história.

Na praia estava uma rapariga trigueira de mamas ao leu, era a coisa mais linda que já lhe passara pelos olhos; agora percebeu porque firmava a vista no horizonte, e ela também.
Foi feliz.

E a Justina aviava-se em dias de feira de gado.


Acta est fabula




janeiro 11, 2007

De visu


Vagueava, aqui pela web, para matar saudades de um velho companheiro. É então que! Encontro uma foto, ali prostrado e disforme numa sucata estava o velho Fiat G-91, repousa entre outros corpos; estes mais terrenos. Esta visão do velho guerreiro alado, antes intrépido agora humilde e mutilado, causou-me algum abalo. Na memória surgem recordações. Outro tempo e outro lugar.
...] To die, to sleep – no more –
and by a sleep to say we end

The heartache and the thousand natural shocks
That flesh is heir to. ‘Tis a consummation
Devoutly to be wished.
To die, to sleep – To sleep –Perchance to dream.
Ay, there’s the rub. […

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Saudações a todos os que trabalharam e voaram nesta maquina fabulosa.

novembro 30, 2006

Leda e o cisne

Acordei á pouco, fui á janela, agraciado por um e envergonhado desertor raio de sol, efémero prazer para tão grande vaidade, este era só para mim.
Partilho esta exaltação de amanhecer e contemplar um inesperado e gentil encanto.
Se o destino, entidade física ou constatação de memória, puramente humana, é a determinante ou condicionante de alguma essência que rege a cota de alegrias, venturas e desventuras. Não me importa, mas ás vezes prega-nos partidas.

Como fazia todas as alvoradas, saiu de casa, determinado em conhecer tudo e mais alguma coisa. Explorar um cosmos inexplorado. Sete anos é idade para reclamar, como um conquistador de impérios, os seus domínios, que por uma insaciável e sadia curiosidade têm de ser seus.
Foi pelo carreiro que levava á charneca, lugar magico de aromas matinais que a tonalidade cintilante da aurora engalanava. Era guiado por um impulso súbito e impenetrável, que só a inocência pode albergar ou ablegar, em que não há contradição só um desejo, inquieto, vívido, de assimilar a seu belo prazer todos os estímulos. Ai todos os objectos eram seus companheiros.
O som do riacho, lugar proibido, chamou por ele. Não se diz não a tão doce cantiga. E cá vou eu! Aproximou-se, cauteloso sentou-se numa rocha contemplado aquele oceano, atribulado, que vinha de um infinito de inquietações e se dirigia para um universo de desassossego.
De súbito. Do outro lado da margem a vegetação tresmalhou, surgiu no meio do caniçal uma silhueta, uma forma primaveril e feminina. O rapazito ergueu-se, com a furor de uma locomotiva, e ficou ali parado a admirar. A emoção daquela visão esplêndida fez parar o riacho e por simpatia tudo, só seu peito dava rumor. Ficaram os dois ali parados, por uma imensidão de suspiros. Ela lá de longe acenou-lhe, vem cá rapaz. Nesta margem todas a moléculas que construíam o catraio lhe ordenaram para que fosse até lá, mas desobediente a seu instinto permaneceu imóvel, e no futuro não viria a saber a causa desta hesitação, se por estar interdita a travessia, ou se pelo entorpecimento que uma chama provoca a um coração imaturo.
Ela foi-se embora com um adeus, primeiro e ultimo.
Outro dia foi lá, mas ela, não apareceu, nem no outro e ao fim de algum tempo só visitava a ribeira de forma extemporânea, a mossa de não ter tido coragem não apareceu de imediato, quando aprendeu a nadar praguejou aquele momento, afinal não custava nada, e com o passar dos anos a distancia entre margens ficou mais pequena.
Por altura do aparecimento da primeira penugem, já não se lembrado de tal peripécia, foi a novas descobertas, que incluíam aquela margem distante, já se podia aventurar, contudo sem ele saber foi á procura da sua paixão recalcada. Lá já não estava.
As preocupações da mocidade são muitas e temos sempre maneiras de resistir a amarguras, tentamos ser abençoados com prazeres mundanos, ou trocamos umas por outras.
Conheceu uma raparia, fruto de suas incursões por território anteriormente negado e ulteriormente reivindicado. Acabou por casar, foi feliz.
Embora aquela memória compassadamente lhe visita-se, os únicos desvairos, eram platónicos, tentava imaginar seu nome , quando em alturas de alegria e de outras imaginava-a a seu lado, até mesmo quando teve a sua amante era aquela visão longínqua, podia ser ela.
No crepúsculo de sua vida já prostrado e moribundo não foi deus ou demónio e nem mesmo algum santo popular “que o valha”, hipotéticas luzes ao fundo de túneis macabros, estorias de alucinados almejando controlar outros miseráveis.
Foi ela, sua verdadeira companheira, espectro de infortúnio e libertação, foi salvo por esta visão sublime, ao pé de um riacho perdido em ansiedade quântica, que lhe reconfortou. O tempo e o espaço já não o eram, mas o amor ficou, pairando por todo o sempre, em universos alternativos, catedral dos bem-aventurados que ousam padecer, destino inconformado de um simples mortal.
Se houver próxima vez, menos que me afogue vou ter contigo, nem para isso me transforme em cisne...

novembro 11, 2006

Crónicas da ascensão à caducidade #1

Homenagem póstuma a um menino que queira ser menino, para servir de argumentação no purgatório da emancipação, quando julgado, pelo amargo e afável desarranjo, da perda da ingenuidade.

Vesti a minha melhor farpela que se usa em ocasiões como esta, há muito guardada no baú com a respectiva bola de naftalina, estou prevenido não vá o bicho estragar o figurino. Tenho aqui ao meu lado Timóteo meu ajudante de campo, é estrábico , olha de revés e já foi acólito, criatura versada em coisas do divino, para se alguma divindade míope e soez de almas alheias se quiser entremeter nesta demanda, o Timóteo sabe uns truques, mas declaro aqui para que conste: ele é muito boa praça. -Bom... assim estamos mais atentos aos flancos (juntos vamos acudir a esta faina hercúlea).
Numa sala de janelas amplas, bem iluminada pelo sol declivoso, bem pigmentado, de uma tarde, reinava a sabedoria do silencio!
- Não! – diz Timóteo.
- Cala-te que isto não são contas do teu rosário. – repreendi-lhe eu
- Ho chefe..., só se não tiver lá ninguém e se for por respeito á tabuleta silencio....
- Então porquê minha avantesma?
- É se for por respeito à tabuleta, reina o silencio. – sábio este Timóteo, à sua maneira ou disfarçou bem, este escorropicha-galhetas.
- Isso fica atento mas discreto, põe os óculos escuros para o adversário não saber para onde estás a por a vista.
Quando ele, o petiz punha a imaginação a trabucar, funcionava como “o princípio da incerteza ”, em sintonia com os universos da dispersão, alegria sem duvida , discontempla-se o sossego para atender à exaltação da mocidade, liberdade única e efémera.
- Chefe olhe o “sms”.
- Ok!
[ cinco minutos depois]
Onde é que eu ia? Ah.
Contra todas as expectativas, durante algum tempo, este catraio , conseguiu resistir aos apelos.
E debalde sucumbiu ...
Mas ainda se engana, acredita, ama, sofre sem saber porquê e também não se importa muito com isso, anseia por um mundo melhor, sem que este desejo seja parcela ou premissa de uma equação económica e almeja que todos os filhos da “puta” vão pró inferno!
- Digam lá que isto não é lindo, até ao Timóteo vieram as lagrimas aos olhos, cada uma por seu lado como é evidente.
Foi inevitável, chegou ao dia em que o menino deixou a meninice. Ele agora é um rapaz. O logos chegou!
Mas como defesa digo, ele é receoso de se tornar mediano e arisco, por ver a crueldade do mundo, e diga-se de passagem não tem ódios de estimação .... bom talvez projectos mas nada de grave .
Dixi!
- Chefe eu assim não aguento, que dramático!
- Então.... olha para outro lado! – disse-lhe eu,...-como fosse possível.
- Para já ficamos por aqui Timóteo tenho uma pizza à espera depois; vê-se !...


Adeus!

novembro 05, 2006



Estava aqui a coçar os "tumates", não que me possa gabar do tamanho dos ditos cujos nem é aqui o local politicamente correcto para publicitar esta medalha, bom, e ainda estou para saber porquê, disse cá p’ra comigo.
- Gajo vai ligar essa maquina infernal (o computador ) e vais fazer um blog!
Fiquei a olhar de min p’ra comigo, será possível que esteja a falar comigo, vá lá que ninguém está o ouvir, era logo rotulado de demente, e eu não queria isso, disse logo.
- Fala baixo homem.
Não fossem os vizinhos estar a escutar, e estas coisas nunca se sabem, um vizinho com um orelhometro ultra sensível pode fazer muitos estragos na reputação de um tipo.
- Tá bem..., tá bem!
E liguei esta coisa, tratei logo de por na aparelhagem os “Doors”, assim estou mais seguro posso falar á vontade, a voz do “ Jim” com certeza tapa a minha. O ambiente ficou mais calmo, e eu reconciliado cá com o jee avancei sem medos.
- Ai é? meu trapalhão !
Bom não é bem assim estas coisas de computadores ás vezes pregam-nos partidas, e para o caso de esta jaringonça não cooperar já estava preparado para lhe chamar uma resma de palavrões, não fosse o diabo tece-las.
E assim mais defendido inscrevi-me no “ blooger” . Estou “on line “ e posso aqui publicar tudo o que me venha á cabeça, no espaço sideral, por meio de ondas hertzianas que me vão levar até aos confins do universo em forma de zeros e uns ....
- Ho homem, mas que grade rol de ajeneiras estás para ai a pôr!
- Ok, Ok!
Bom, seja como for este blog está aqui, sabe-se lá para quê, ou talvez seja para não falarmos sozinhos.

Um abraço sideral.
Xico